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Seriam os travesseiros, todos iguais?

Há quem não consiga dormir se não for com o próprio travesseiro, há quem prefira os anti-ronco ou então os bem "recheados" com penas e plumas de ganso, os alérgicos um anti-ícaro ácaro ou os mais simples da categoria, um saco cheio de pedaços de esponja.
Durante anos, tive um travesseiro velho, saco velho cheio de pedaços de esponja, também velhas, o point dos ícaros ácaros do meu quarto, meu veneno particular, levando em conta eu ser um alérgico em potencial. Foram anos com este antro de podridão, até o dia em que o mesmo foi fora, entrando no lugar um travesseiro macio, daqueles onde se enterra a cabeça. Adorei.
Me indagando, quanto ao título da postagem, chego a conclusão de que, não são iguais, par cada um, ele representa alguma coisa de uma forma diferente, são elementos isolados.

Um post inútil, cujo título me veio em mente ontem antes de dormir, e algumas linhas escritas antes do sono. Postagem previamente manuscrita (um dia posto um scan dela), já que tenho a infelicidade de o Blogger não abrir no meu ambiente de trabalho.

A que ponto cheguei, escrever uma postagem sobre travesseiros (wtf?) num momento do ápice da criatividade besta e melhor estruturada que o artigo anterior.